Times Square

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segunda-feira, 11 de outubro de 2010

First day in New York

Hi people!!!

Cheguei!
Depois de um dia em curso (POA/SP) e mais 10 horas e pouco de voo até aqui, finalmente cheguei e estou apavorada! Uma coisa é você programar, idealizar, outra coisa é a prática, o coração bate forte, as mãos suam e mil coisas passam pela cabeça, uma loucura.
Meu primeiro contato com o tal do inglês já foi no avião, credo, não conseguia nem dizer water, please (água , por favor), travei, parece que todos iam olhar para mim, mas saiu, de forma meio nervosa, mas de sede não morri (rsrsrs). A menina que sentou do meu lado era de SP e trabalha no Google, veio ficar duas semanas aqui, mas ela não estava muito a fim me ajudar não, mas tudo bem, vamos lá.
Depois de uma noite de sono, tomei um remédinho para dormir, acordei umas 5h, horário local, onde serviram o café, então fiquei na expectativa da descida, imigração, pegar malas, táxi, escola (muitos obstáculos a serem vencidos neste dia).
A aterrisagem foi bem legal, pois dava pra ver várias luzes das residências de New York, mito bonito, mas ao mesmo tempo deu um medo danado do desconhecido. Depois fomos para a fila de imigração, seguindo fluxo, muita gente, uma sala muito abafada, teste de resistência, e eu pensando o que ia falar para o agente de imigração caso ele me perguntasse alguma coisa, suando, nervosa, então fui chamada, entreguei meus documentos e ele não me perguntou nadica de nada, ufa! etapa vencida.
Hora de pegar a mala, rezando para a minha mala não ter sido extraviada, achei! mas a alça estava quebrada, então me lembrei que no meu guia de bolso de inglês falava alguma coisa sobre isso para reclamar, então lá fui eu ler o guia, decorar a frase e falar para a atendente do guichê, então ela disse this is impossible, ou seja, ela não poderia fazer nada, então segui viagem, sempre seguindo o fluxo para ver onde ia dar, então antes de sair para pegar um táxi, comprei um cartão para fazer ligações internacionais, tudo com a ajuda do meu guia de bolso, santo guia, mas no fim não consegui falar com ninguém, então segui para pegar o táxi e já não tinha mais ninguém do voo que desceu comigo, me virei mais uma vez e fui.
Chegando na escola fui encaminhada ao auditório onde eram recepcionados os novos alunos, só entendi a parte from Brazil então olhei para trás e vi uns 6 com as mãos levantas, que alívio! Avisteu uma menina com uma cara simpática e fui sentar do lado dela, foi inevitável, precisava não me sentir com um ET, então conversamos e ela tb não sabe muito, mas entende mais do que eu e vai ficar por 3 semanas aqui, me senti melhor, apesar de não entendermos nada da orientação que estava sendo passada. A maioria dos outros brasileiros não se misturaram muito, já sabiam mais então não queriam se misturar, exceto uma casal de SP que conversou conosco. No final, em torno de 15h, foi dado o horário de aula e informado o nível de inglês de acordo com o teste feito, mas eu chutei as respostas porque não sabia e fiquei no nível 2. Ainda bem que uma das funcionárias da escola falava português, nasceu em SP e morou na Venezuela, mas falava direitinho, muito bom, então conversei um tempão com ela, expliquei que eu não sabia nada e pedi para me passar para o 1º nível, mas ela falou com o professor e ele disse para eu tentar porque o primeiro nível é muito básico mesmo, então tá, amanhã vou lá ver o que acontece. Depois que falei com ela fiquei mais calma e até me aventurei pelos arredores da escola, pois precisava ir na farmácia antes de ir para a casa da família. Encontrei brasileiros na farmácia e sem querer ia furar a fila, que vergonha, bem coisa de brasileiro (hehehe), depois me sentindo um pouco mais confiante fui procurar uma máquina fotográfica e entrei em uma lojinha onde o cara perguntou se eu era brasileira (percebeu a forma inexperiente como solicitei a máquina) e falou comigo em portunhol, adorei! mas não comprei de cara, pois ele podia estar me enrolando, então fui em outra loja bem parecida e era de um argentino (rsrsrsr) então comprei com ele a máquina.
Na ida para a casa da família peguei um táxi com um motorista indiano, fiquei até com medo, pois ele tinha a cara do bin laden, vejam na foto.
Chegando na casa, tudo muito estranho, a pessoa me recebeu bem, do pouco que eu entendi, ela não parava de falar e eu com uma cara de paisagem (rsrsrsr), falei que eu tava aprendendo e tal. Na hora da janta (19h em ponto) jantei com 3 outros estudantes que estão na casa e eu nem sabia (ou a dona da casa me falou e eu não entendi), dois são japoneses (uma menina e um menino) e uma menina francesa, tentamos uma diálogo na hora do jantar, até que foi legal.
Agora estou aqui no meu quarto e chegou a pouco a minha colega de quarto da Alemanha, parece bem simpática e estou falando com ela com a ajuda do tradutor do google.
Bom, estou bem cansada e vou dormir agora, beijos a todos.
As fotos do primeiro dia estão no picasa através do acesso pelo link abaixo:
http://picasaweb.google.com.br/sairafabris/1110?authkey=Gv1sRgCKS5s-2BoqOuGA&feat=directlink

2 comentários:

Mariana Fernandes disse...

Que maaaaximo!
A viagem de aviao eh mega cansativa neh? =/
Vai dar tuuudo certo! Calma que tu vai começar a entender daqui a pouco ;)
Beijocas!

Anônimo disse...

amiga, nem acredito, estou imaginando cada cara tua frente a tudo isso....Meu Deus, muita coragemmmm
rsrsr
Ainda foi comprar coisa de Argentino!! só tu mesmo, em New York e comprando nos camelos argentinos..rsrsrsrsrs

Amiga, saudades tua....
vou ler os outros dias...muita emoçao, minhas maos tb suaram...q loucuuura

Bjus
Ju